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quarta-feira, 27 de maio de 2015

A escola Vitor, realizou nesta quarta-feira dia 27 de Maio de 2015 o dia do desafio, onde a professora de educação fisica Ariene, colocou as crianças dos períodos da manhã e tarde juntamente com os professores do ensino fundamental I para agitarem na quadra da escola, após fazerem um alongamento todos participaram de algumas brincadeiras desenvolvidas pela professora, na brincadeira as crianças tinham o desafio de colocar uma caneta amarrada por varias pontas de barbante dentro de um garrafa Pet, sendo que cada criança segurava uma das pontas do barbante, exigindo assim um verdadeiro trabalho em equipe por parte dos alunos. Após a atividade a professora reuniu as crianças no centro da quadra e ressaltou a importância da pratica de atividades físicas constantemente.Todas as crianças gostaram ficando um gostinho de quero mais...


segunda-feira, 5 de novembro de 2012

Curiosidades sobre a cultura afro

Postado Por educaipo Postado As 16:08 Com Sem Comentarios
A cultura afro é muito rica, e toda esta riqueza foi misturada as tradições e crenças  de outros povos que por aqui passaram, principalmente na triste época da escravidão no Brasil, os escravos trazidos da Africa, trouxeram consigo muitas coisas que passaram a fazer parte de nossas vidas, desde alimentação, vestuários  músicas,danças, etc. Deixando nosso folclore muito rico, veja um pouco desta cultura e suas crenças.

Exu - uma espécie de Hermes da mitologia afro-brasileira, atua como mensageiro entre os homens e os orixás. Na simbologia cristã, está associado ao diabo. Pratos preferidos: farofa de dendê e sarapatel.

Iansã - a Santa Bárbara dos terreiros preside a natureza como deusa dos ventos, raios e tempestades. Pratos preferidos: acarajé, caruru com o quiabo cortado em rodelas, com xinxim de galinha e vatapá, além de farofa de azeite.

Ibejis - identificados como São Cosme e São Damião, são orixás duplos, da infância e da alegria. Pratos preferidos: caruru com quiabo cortado em cruz e miudinho, roletes de cana, cocada e rapadura.

Iemanjá - a bela deusa do mar e da maternidade corresponde a Nossa Senhora das Candeias. Pratos preferidos: ebô-yiá (canjica branca com camarão defumado), manjar-branco, acaça de leite (espécie de pamonha doce de farinha de milho branco cozida em folha de bananeira) e arroz de hauçá (com camarão seco e azeite doce ou de oliva no lugar do de dendê).

Ogum - o Santo Antônio casamenteiro transforma-se, no candomblé, no orixá da guerra. Pratos preferidos: feijoada e inhame.

Omolu - o São Lázaro do candomblé cuida das mazelas físicas  das doenças e é senhor dos cemitérios. Pratos preferidos: doboru ou deburu (pipoca, muitas vezes servida com lascas de coco) e o olubajé (carnes da matança cozidas, servidas com outros alimentos de orixás, como acarajé, feijão-preto e acaça).

Oxalá - o grande senhor é o orixá mais velho e pai de todos os outros. Este deus da paz corresponde ao Senhor do Bonfim. Pratos preferidos: ebô (milho branco cozido, sem sal nem dendê) e acaça (espécie de pamonha de farinha de milho branco sem sal ou açúcar  cozida em folha de bananeira).

Oxóssi - o orixá das matas aparece sincreticamente como São Jorge. Pratos preferidos: axoxô (milho vermelho cozido com coco e mel, frutas tropicais, também servidas com mel), lelê (mingau de milho vermelho, leite de coco, cravo, canela, sal e açúcar) e ewa (feijão-fradinho cozido ou torrado com diferentes complementos).

Oxum - a deusa das aguas doces, da feminilidade, da fertilidade e da sedução é, no sincretismo, a Nossa Senhora da Conceição da Praia. Pratos preferidos: ipeté (inhame cozido com camarão seco, cebola e azeite de dendê), omolocum (feijão-fradinho cozido com camarão e ovos) e xinxim de galinha.

Xangô - deus do trovão e da justiça ou São Jerônimo, do catolicismo. Pratos preferidos: amalá ( espécie simplificada de caruru, feita com quiabo, camarão seco, cebola, dendê, pimenta e, as vezes, carne de boi) e rabada.

fonte: revista gula, editora peixes    


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quarta-feira, 3 de outubro de 2012

As castas indianas

Postado Por educaipo Postado As 17:28 Com Sem Comentarios


Um bebe indiano mal sai da barriga da mãe e já ganha um rótulo. Entra em uma das 4 castas de uma hierarquia social ditada pelo hinduísmo, que pela ordem tem os sacerdotes, ou brâmanes, depois reis e guerreiros (xátrias),
mercadores e produtores (vaixás) e servos (sudras). É um esquema que divide o trabalho entre a sociedade e garante que sempre haja um grupo cuidando da religião, da organização política, do comércio e dos serviços. Faz tempo que isso funciona assim – praticamente desde 1500 a.C., quando o princípio dessa classificação apareceu nos Vedas, uma série de livros sagrados para o hinduísmo.

Casta é pra sempre, não dá pra mudar
Como a casta esta ligada ao nascimento, subir ou descer um degrau na hierarquia é impossível.
Na prática, pelo menos, porque a teoria é outra: na década de 1950, a índia declarou todos iguais perante a lei, e proibiu o termo “intocáveis”. Mas lei é igual na índia e no Brasil: tem as que pegam, tem as que não pegam. A das castas não pegou.
Quase 60 anos depois, o sistema esta vivo.
Tanto que muito católico e muçulmano adotou a ciranda das castas.
Governo, indianos e turistas sabem que a discriminação das castas baixas segue firme e forte, principalmente nas 680 mil vilas da Índia. Em algumas delas, dalits não podem coletar água do mesmo poço usado pelas castas altas. Não podem freqüentar a mesma escola. Não podem entrar nos templos. Não podem cozinhar para os outros. Não são atendidos por médicos em hospitais. São rejeitados por barbeiros. São os únicos a ocupar os cargos de faxina, e não conseguem outros empregos além desses. Recebem no chão a comida que compram. É realmente não é fácil ser um dalit por lá.


fonte:revista superinteressante


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quinta-feira, 20 de setembro de 2012

O Hinduísmo é uma religião nascida na Índia há cerca de quatro mil anos. A maioria dos hinduístas vive no país de origem da religião, mas existem hinduístas vivendo em outras partes do mundo.
Os seguidores dessa religião não têm obrigação de freqüentar nenhum tipo de templo, porque podem cultuar seus deuses em casa. Entre suas crenças está a reencarnação. Ou seja: eles acreditam que após a morte todos os seres voltam à vida sob forma de gente ou animal. Eles também crêem que tudo o que você faz nesta vida determina a situação em que você vira na próxima. Por isso, eles pregam que o ser humano deve praticar só o bem, ser honesto, trabalhar muito e cuidar dos seus familiares e amigos. Esse modo de vida eles chamam de Dharma.
Na Índia, a vaca é um animal sagrado; nenhum indiano pode matar uma vaca, pois é um animal que pode alimentar, com seu leite, o homem. Ela é considerada mais pura do que os sacerdotes, e quando algum indiano a toca, acredita que se purifica.
Os deuses mais populares na índia são Brahma, Shiva e Vishnu é o que sustenta e protege o mundo e Shiva é aquele que destrói, dançando sobre ele.Depois, Brahma tem de reconstruir tudo.


Fonte: ciência hoje

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Biografia de Luiz Gonzaga

Postado Por educaipo Postado As 16:31 Com Sem Comentarios

Luiz Gonzaga do Nascimento nasceu em uma fazenda de Exu, em Pernambuco, em 13 de dezembro de 1912.


Aprendeu a tocar vendo e ouvindo o pai, o sanfoneiro Januário, animar bailes nos sábados da cidade e consertar foles, harmônicos, pés-de-bode, ou de que outra forma se chamava lá o acordeão.

— Ficava por ali, desasnando — lembraria ele. — Na igreja de São João Batista, perto de 16 de junho, juntavam-se os tocadores do lugar. Sua música atraía o pessoal para as festas religiosas. Chegada essa época, eu ia pra lá, puxava assunto com o tocador, pedia pra experimentar o instrumento, a zabumba, a caixa, o pífaro, a sanfona. Fui aprendendo.
Por obra do acaso (e do amor) o jovem Lula logo emigrou para o Sul do país. Tinha dezoito anos quando se apaixonou por Nazarena, moça endinheirada do lugar. O pai dela, um certo Raimundo Deolindo, deixou claro, e fez questão de espalhar por toda Exu, que não a queria ver de namoro com aquele “neguinho sem futuro”. Ao saber disso, Lula tomou coragem (ou melhor, uma talagada de cana) e foi tirar satisfações com o pai da moça na feira de domingo, bem diante de todo o povo.
Raimundo queixou-se à dona Santana, mãe de Lula:
— Outro desrespeito desse, minha senhora, pode acabar em sangue — ameaçou.
Dona Santana, mais temerosa que zangada, não respeitou os dezoito anos do filho e deu-lhe uma surra. Humilhado e ofendido, o rapaz vendeu a sanfona, arrumou a trouxa e partiu.
A primeira escala foi em Fortaleza, onde Lula entrou para o Exército e se tornou cabo corneteiro. Viajou muito. Andou por São Paulo, fez biscates, comprou sanfona nova, até que desembarcou no Rio de Janeiro, disposto a ganhar a vida com a música.
Seu primeiro emprego na cidade foi no Mangue, ao lado de casas de quinta categoria e botequins iluminados, de razoável aparência, com arrasta-pés vespertinos e música ao vivo. Seu repertório, então, era composto de tangos, boleros, valsas, foxtrots.
Uma noite, depois de ouvi-lo, um estudante pernambucano de passagem disse-lhe:
— Você toca muito bem, seu moço. Mas por que não ataca umas coisinhas lá da nossa terra, pra matar a saudade? Deixa o tango pra lá. Olha, da próxima vez que a gente vier aqui, se você não tocar umas músicas nordestinas, não vai ter dinheiro no seu pires.
Pensando em tudo aquilo, especialmente no dinheiro no pires, compôs dois chamegos, “Pé de serra” e “Vira e mexe”.
Consciente de que o rádio era o principal veículo para a música naquele 1941, inscreveu-se no programa de calouros de Ary Barroso, solou o “Vira e mexe”, ganhou o primeiro prêmio e, não muito depois, foi contratado pela rádio Nacional.

Dos preconceitos ao sucesso



Os preconceitos estavam longe de ser superados quando Lula e sua sanfona foram ouvidos pela primeira vez no auditório da PRE-8. Compenetrado no papel de representante da nordestinidade, ele tratou de vestir-se a caráter, alpercatas de couro, roupas de boiadeiro, chapéu de cangaço. Mas Floriano Faissal, diretor artístico da Nacional, protestou em nome do “bom gosto”:

— Enquanto eu mandar nesta rádio, não permitirei que você apareça diante de nosso público vestido de bandido de Lampião.
É evidente que Faissal acabaria mudando de idéia, mas não sem antes obrigar Gonzaga a cantar, no maior desconforto, de smoking.
Depois, vieram o sucesso, a glória, a força do talento derrubando preconceitos e reabrindo as portas do meio musical para o esquecido Nordeste. Era 1950, o baião já era tão ouvido no rádio quanto o samba, o bolero e os outros ritmos estrangeiros da moda. Muitos chegavam a pensar que aquela “nova dança” tinha sido inventada por Luiz Gonzaga e seus dois parceiros, Humberto Teixeira e Zé Dantas (na verdade, o baião, cujo nome deriva de baiano, já era conhecido em fins do século passado, e Januário deve tê-lo focado em seu fole).
Nesse meio século, Luiz Gonzaga jamais perdeu o prestígio. Teve praticamente uma única gravadora, a RCA Victor, hoje BMG, e nela perpetuou mais de mil canções, suas ou de outros. Pode ter saído do palco por momentos, mas perder o prestígio, nunca.
— Sim, aí pelos anos sessenta, achei melhor me afastar — contaria ele.
— A garotada estava crescendo muito.
Era a época das guitarras, dos cabeludos. O rádio ia virando coisa do passado. E a imagem que a televisão queria mostrar ao seu público era coisa mais sofisticada, nunca de um cangaceiro de chapéu esquisito, empunhando uma sanfona.
Foi, mas voltou. Para compor, tocar e cantar o quanto a saúde lhe permitiu. Andou alternando a música com atividades outras, como a de apaziguador de briga entre famílias rivais do sertão pernambucano (selou-lhes a paz tocando para elas em praça pública), visitas nostálgicas ou diplomáticas a Exu e um namoro com a política que não deu em casamento. Chegou a pensar em seguir as pegadas do parceiro Humberto Teixeira, candidatando-se a deputado federal pelo PDS.
Ficou com a sanfona de oito baixos e a voz soando a sertão. Sua música — que acabou triunfando sobre os altos e baixos das novidades do momento — continuou sendo o que sempre foi: autêntica, rica, poderosa, de espírito agreste e cheiro de terra.
Uma música difícil de descrever, como acontece com as melhores artes populares, e de cuja grandeza o próprio Luiz Gonzaga parecia não ter muita consciência.

A partida



Sanfona e voz silenciaram para sempre em 2 de agosto de 1989, em Recife, onde o coração do velho cantador, minado por seis meses de doença (a uma osteoporose seguiram-se vários tipos de infecção e uma pneumonia fatal), parou por volta das cinco e meia da manhã. Seu corpo, embalsamado, foi velado na capital,
Juazeiro do Norte (CE) e na Exu natal, onde o sepultaram no fim da tarde.
Gonzaga morreu quatro anos depois de tocar em Paris e dois depois de ganhar o Prêmio Shell de Música Popular; o fole de “mau gosto” fazendo-se ouvir entre as paredes nobres do Teatro Municipal. Morreu seis anos depois, enfim, daquele breve namoro com a política: “Serei um deputado feliz — disse ele na ocasião — se ajudar o Brasil a ter consciência de seu sertão”.
Como se sua música já não o tivesse feito.

fonte:escola ativa v3


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sexta-feira, 7 de setembro de 2012

Biblioteca digital ! ! !

Postado Por educaipo Postado As 10:02 Com Sem Comentarios
Uma bela biblioteca digital, desenvolvida em software livre, mas que está prestes a ser desativada por falta de acessos.

Imaginem um lugar onde você pode gratuitamente:
· Ver as grandes pinturas de Leonardo Da Vinci ;
· escutar músicas em MP3 de alta qualidade;
· Ler obras de Machado de Assis Ou a Divina Comédia;
· ter acesso às melhores historinhas infantis e vídeos da TV ESCOLA
· e muito mais....

Esse lugar existe!

O Ministério da Educação disponibiliza tudo isso,basta acessar o site:

http://www.dominiopublico.gov.br/

Só de literatura portuguesa são 732 obras!
Estamos em vias de perder tudo isso, pois vão desativar o projeto por desuso, já que o número de acesso é muito pequeno. Vamos tentar reverter esta situação, divulgando e incentivando amigos, parentes e conhecidos, a utilizarem essa fantástica ferramenta de disseminação da cultura e do gosto pela leitura.


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quinta-feira, 16 de agosto de 2012

Nesta postagem há uma síntese de maneira bem simples, de algumas das religiões mais praticadas no mundo, já que são tantas espalhadas mundo a fora, o mais importante além de conhecê-las um pouco é saber que nem uma é superior a outra, o que devemos é respeitar cada uma delas sem discriminação já que cada um é livre par acreditar e crer no que bem entender.

Cristianismo

O cristianismo é a religião que, como o nome indica, segue os ensinamentos de Jesus Cristo. Para os cristãos, Jesus é o filho de Deus, e Deus é o criador do universo e de todos os seres. Deus teria enviado seu filho para salvar o ser humano dos pecados do mundo e, por isso, Jesus morreu na cruz, sacrificado em nome da humanidade.
Os cristãos se dividem entre católicos e protestantes, estes que a partir do século 16 passaram a protestar contra o poder do papa, contra a proibição do casamento de padres e freiras e contra o batismo em recém-nascidos.
Para os protestantes, o batismo só deve ser realizado quando a pessoa tem condições de escolher sua religião, por isso, eles não batizam bebês e crianças muito pequenas, muitas reformas protestantes aconteceram, surgindo no mundo varias igrejas protestantes: batistas, pentecostais, metodistas, adventistas etc.
Apesar das diferenças, tanto católicos quanto protestantes acreditam que Jesus foi o enviado de Deus, o Messias.


Judaísmo

A palavra “judeu” vem de Judéia, nome de uma parte do antigo reino de Israel, no Oriente Médio. Os judeus podem pertencer a qualquer nação ou etnia e hoje em dia vivem espalhados por todo o mundo. Existem judeus que não praticam a religião, são apenas descendentes de judeus; já os que seguem rigorosamente todos os preceitos da religião são considerados ortodoxos. Os judeus não acreditam que Jesus Cristo seja o filho de Deus, mas apenas um profeta, como tantos outros que surgiram naqueles tempos.
Para eles, o Messias, isto é, o salvador da humanidade, ainda esta para chegar.

Islamismo

É a religião dos muçulmanos. Islã, em árabe, que dizer submissão; portanto, Islamismo é a religião que prega que o homem deve submeter-se ao sagrado, ao divino, a Alá, que seria o mesmo deus ao qual se referem os cristãos e os judeus.
O islamismo surgiu na Arábia e hoje, como tantas outras religiões, já se espalhou pelo mundo. A maioria dos muçulmanos vivem na África, na Ásia e no Oriente Médio.
No ano de 570 depois de Cristo, nasceu, em Meca, o fundador da religião islâmica, o profeta Maomé.


Hinduísmo

Religião nascida na Índia há cerca de quatro mil anos.
A maioria dos hinduístas vive no país de origem da religião, mas existem hinduístas vivendo em outras partes do mundo. Os seguidores desta religião não tem obrigação de freqüentar templos, porque podem cultuar seus deuses em casa.
Entre suas crenças esta a reencarnação. Ou seja: eles acreditam que após a morte todos os seres voltam á vida sob forma de gente ou animal. Eles também crêem que tudo o que você faz nessa vida determina a situação em que você vira na próxima. Por isso, eles pregam que o ser humano deve praticar só o bem, ser honesto, trabalhar muito e cuidar de seus familiares. Este modo de vida eles chamam de Dharma.


Budismo

Essa é uma religião que pode ser considerada diferente das outras por não pregar crença em nenhum deus. Ela considera que todas as pessoas são responsáveis por suas ações e, por isso, devem aprender a viver com sabedoria para serem felizes. Era Buda quem pregava isso, ele era um homem muito rico que abandonou tudo que tinha para viver uma vida simples, pois viu que não era necessário ter grandes riquezas para ser feliz. Seus ensinamentos determinam que seus monges possuam apenas oito requisitos: 1- roupas( de cor marrom, laranja ou preta); 2- um cinto; 3- uma tigela para as doações que deverá receber dos outros; 4- agulha e linha; 5- um cajado; 6- uma navalha; 7- um palito de dentes; 8- um coador para coar a água que bebe evitando que acabe engolindo alguma criatura viva.
A meditação é muito importante para os budistas, eles meditam diariamente e fim de alcançar a sabedoria e a iluminação.

Candomblé e Umbanda

São religiões de origem africana que foram trazidas para a América Central e do Sul, especialmente para o Brasil, pelos negros, que, na época da colonização, eram retirados de suas terras e vendidos como escravos do outro lado do oceano. Além de muita saudades e sofrimento, os negros escravizados trouxeram consigo suas crenças e seus costumes.
Nas senzalas, longe dos senhores de escravos eles realizavam os rituais de candomblé para cultuar seus orixás, que são os deuses africanos que receberam de Olorum - que seria o deus dos deuses - a incumbência de criar e governar o mundo. Por isso cada orixá é responsável por um aspecto da natureza e da condição humana.

fonte: revista ciência hoje

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quarta-feira, 1 de agosto de 2012



Você já ouviu alguém dizer que acha perda e tempo estudar o passado? O que importa é o futuro! Alguns só dizem isso porque não se dão conta de que o presente só faz sentido se aprendermos com o passado para planejar o futuro. O que passou, passou é verdade. Mas o passado pode ser recuperado se o reconstruirmos no presente. E isso significa interpretá-lo com a visão de nosso tempo e espaço, de nossa cultura. Esse é o motivo de tratarmos da história da escola e de suas mudanças ao longo do tempo.
As escolas só se consolidaram a partir de 1600. Antes, embora existissem estabelecimentos de ensino, especialmente os religiosos, os meninos eram geralmente encaminhados a uma profissão, e as garotas ficavam em casa.
Com, o tempo, os conhecimentos humanos tornaram-se mais amplos e complexos, de modo que a transmissão deles para a geração seguinte não podia mais ficar sob a responsabilidade exclusiva da família ou de artesãos. As escolas se multiplicaram, mas em geral atendiam apenas aos filhos dos ricos e poderosos. Assim, a grande maioria continuou sem receber instrução sistemática.
A industrialização dos séculos XVIII e XIX ajudou a mudar esse quadro. Aumentou a necessidade de escolarizar a população, pois a complexidade do trabalho requeria mão-de-obra mais qualificada. Os próprios avanços da ciência e da tecnologia tornavam mais difícil contar com uma escola que atendesse apenas aos setores privilegiados.
Paralelamente, havia quem defendesse que o ensino elementar deveria ser obrigatório para todos e custeado pelos cofres públicos. No século XIX, essas idéias começaram a se tornar realidade. Era o inicio de uma revolução que continuou no século XX, marcado pela construção dos grandes sistemas educacionais. A escola, em especial a elementar, tornou-se publica, gratuita e leiga, isto é, não-religiosa. Sua organização abrangia três níveis: o elementar (no qual se aprendia a ler, a escrever e a contar); o secundário (no qual outras disciplinas eram estudadas) e o universitário ou superior.   
Apesar desses progressos, no Brasil e nos demais países em desenvolvimento, muitas crianças continuam sem acesso pleno nem mesmo a escola elementar. A qualidade da educação deixa a desejar e a formação profissional não é valorizada. Além disso, os avanços da tecnologia contribuem ainda mais para acentuar o abismo entre países pobres e ricos.
A verdade é que a escola não conseguiu vencer o problema que já trazia ao nascer: suas duas faces. Até hoje temos escola para rico e para pobre; particular e pública; para formar e para selecionar. No começo do novo milênio, ainda estamos lutando para conseguir uma escola de boa qualidade para todos.

fonte: oficio de professor pag.53/54. ed.2


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sexta-feira, 20 de julho de 2012

A origem do Tangram

Postado Por educaipo Postado As 08:20 Com 13 Comentarios
O Tangram é um quebra-cabeça chinês antigo. O nome significa “sete tábuas de sabedoria”.
Ele é composto por 7 peças chamadas de “tans”, que podem ser posicionadas de maneira a formar um quadrado, são 5 triângulos de vários tamanhos, 1 quadrado e 1 paralelogramo.
Além da figura do quadrado, diversas outras formas podem ser obtidas, sempre atento a duas regras:
- Todas as peças devem ser usadas;
- Não é permitido sobrepor as peças.


Como surgiu o Tangram?
Diz à lenda que um jovem chinês, ao despedir-se de seu mestre para uma grande viagem pelo mundo, recebeu um espelho de forma quadrada e ouviu:


- Com esse espelho você registrara tudo o que verá durante a viagem para mostrar-me de volta.
O discípulo surpreso indagou:
- Mas mestre, como, com um simples espelho, poderei eu lhe mostrar tudo o que encontrar durante a viagem?
No momento em que dizia esta pergunta, o espelho caiu-lhe das mãos, quebrando-se em sete peças. Então o mestre disse:
- Agora, com estas sete peças, você poderá construir figuras para ilustrar o que verá durante a viagem.
E assim o jovem foi ilustrando as figuras que foi vendo e formou o Tangram. Com essa descoberta os chineses passaram o Tangram para todo o mundo e com isso ficou muito famoso.


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segunda-feira, 9 de julho de 2012

O boto e suas lendas

Postado Por educaipo Postado As 08:56 Com 3 Comentarios

O boto é um mamífero da ordem Cetacea, nativo da Amazônia e das costas do Atlântico e Pacífico, parecido com um golfinho. Os botos são dos poucos únicos mamíferos dessa ordem vivendo exclusivamente em ambientes de água doce, sendo considerados por alguns zoólogos como as espécies atuais mais primitivas de golfinhos.
É também uma, das varias espécies ameaçadas de extinção ja que dizem que sua carne e genitais tem poderes afrodisiacos.
Diz uma lenda amazônica que o boto se transforma e vai às festas da região, ele vira um homem bonito e forte, um caboclo vestido de branco, bronzeado e muito perfumado que convida as moças para dançar e depois as seduz, mas o boto nunca tira o chapéu para esconder seu segredo, um buraco na cabeça por onde ele respira, ele também toma muito cuidado para ir embora das festas antes do amanhecer.
Por isso, toda a donzela era alertada por suas mães para tomarem cuidado com flertes que recebiam de belos rapazes em bailes ou festas. Por detrás deles poderia estar a figura do Boto, um conquistador de corações, que pode engravidá-las e abandoná-las.
A lenda serve como pretexto para moças justificarem a gravidez sem casamento. "Foi o boto", dizem.


Fonte wikpédia, foto web, divulgação.

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segunda-feira, 18 de junho de 2012

"Cultura": um produto da atividade humana

Postado Por educaipo Postado As 16:55 Com Sem Comentarios
As tartarugas marinhas colocam seus ovos na areia da praia, para que o sol os aqueça. Quando os filhotes nascem, a mãe não esta por perto para protegê-los. Sozinhos, eles partem numa viagem perigosa em direção ao mar: a vida deles depende do sucesso da caminhada. Muitos animais conseguem andar sobre as próprias pernas desde o nascimento, como fazem as tartaruguinhas.
O bebê da espécie humana, não. Seus músculos ainda não se desenvolveram para caminhar. Se for abandonado a própria sorte, dificilmente sobreviverá, porque não poderá buscar alimentos nem se proteger. Ele precisa ser amparado.
Por isso, tornar-se humano é algo que só ocorre no convívio com outras pessoas. São elas que nos transmitem a herança de nossa espécie, com a qual aprendemos a viver, conviver e nos organizar.
Essa herança recebe o nome de cultura. Qualquer produto da ação humana pode ser chamado de cultura. Objetos, idéias, normas, crenças e valores que orientam nosso comportamento, tudo isso é cultura, trata-se de algo criado por todos e que a todos pertence. Por isso dizemos que a cultura é produzida socialmente.
A cultura determina grande parte do que somos. Mas nós também a modificamos constantemente, porque resistimos a ela. Pense em quantas coisas você fez de modo diferente do que seus pais ensinaram! Essa resistência acaba por mudar certos hábitos e, assim, cada um de nós é, ao mesmo tempo, produto e produtor de cultura. Conforme a época, o local e as pessoas que nos cercam, vemos o mundo de um modo e o transformamos em outro. O conceito de infância é um exemplo dessa transformação.

fonte: oficio do professor

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